Joseph Campbell afirma que os mitos nos falam, em linguagem simbólica, sobre

“forças da psique a serem reconhecidas e
integradas em nossas vidas, forças que foram eternamente comuns ao espírito humano, e que representam aquela sabedoria da espécie, com a qual o homem conseguiu resistir e atravessar os milênios”.

Jung disse que os mitos são, antes de tudo, fenômenos psíquicos que revelam a natureza da alma.
A partir do simbolismo tanto dos mitos quanto dos sonhos, discernimos eventos psíquicos. E descobrimos assim que os mitos não são apenas estórias agradáveis, embora inúteis, de deuses e deusas, heróis e demônios de tempo esquecido.

Eles falam de material psicológico vivo, e funcionam como repositório de verdades apropriadas à vida interior do indivíduo, bem como da comunidade.

Fonte: A Prostituta Sagrada: a Face Eterna do Feminino (Nancy Qualls-Corbett)

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