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Asherah é uma Deusa cananéia muito antiga, com inscrições sumárias datando de 1750 a.C. ⁣

Seu outro título era “Mãe dos Deuses”, como a Deusa Ninhursag suméria, e entre seus setenta filhos figuram Baal e Mot, e sua filha Anat. Os reis se alimentavam em seus seios, como se alimentavam da Deusa na Suméria e no Egito.⁣

Como o símbolo astrológico de Baal era o Sol, Asherah é frequentemente associada com a Lua, mas seu símbolo real era o planeta vênus

Entre outros títulos se destacam ainda:”rainha do céu”, Senhora dos Céus, da Terra e do Mundo Subterrâneo. Dizia-se que em suas mãos estavam a vida, a morte e a renovação de toda a natureza.⁣

Muitas de suas imagens, chamadas “asherim”, eram esculpidas em madeira e colocadas junto ao altar nos templos, em bosques próximos ou sobre altares dispostos no alto de colinas e “lugares elevados”, consagrados à Deusa. Uma asherim permaneceu durante muitos séculos no grande templo de Salomão, em Jerusalém.⁣

Aserá era o pão da vida original. As mulheres hebréias e canaanitas amassavam o pães com sua figura e eram benditos e comidos ritualmente. Esse pão é o precursor da hóstia da comunhão. Eram encontrados ídolos seus debaixo de cada árvore e era esculpida em árvores vivas ou se erigiam como postes ou pilares ao lado dos altares ao longo dos caminhos.⁣

O culto se refinou com a Ártemis síria, da qual se faziam imagens de argila. Os antigos rituais sexuais associados à adoração de Asherah asseguravam a continuação dos padrões de descendência matrilinear, com sua sociedade afastada dos valores patriarcais.⁣

É celebrada com oferendas de frutas e fitas amarradas nas árvores. Considerada a própria força da vida, esta Deusa era invocada nos partos e nos plantios.⁣

🌳 Salve a Deusa Mãe 🌳⁣

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